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8. TERAPIAS NATURAIS:

















PRINCÍPIO GERAL DA HOMEOPATIA

A Homeopatia enxerga o indivíduo como um todo, promovendo o seu tratamento geral, sem tratar somente do fígado, do dente, ou da mente do indivíduo, por exemplo.
Isto porque todos os indivíduos são controlados, em relação à sua saúde, sensações, medos, forma de reagir a estímulos, etc., por uma "força" interna.

Antes até do conhecimento médico, alguns povos "sabiam" da existência de uma força controladora, interna ou externa, e encaravam essa força como influência de Deuses, Planetas, Espíritos, etc.; havendo também quem a chamasse de Alma.

Desde os mais remotos tempos que filósofos e médicos de todas as épocas se perguntam como nosso corpo controla nossos processos vitais: nascimento, vida, morte e nossas "doenças", sendo de consenso comum que alguma "coisa" anima o corpo, pois o organismo humano não é só formado por componentes físicos.
Com isto chegou-se à idéia geral de uma força maior gerindo o corpo, idéias como esta datam desde antes de Cristo, e esse é o contexto de Energia Vital.

Até Platão (427 aC) reconhece sua existência, chamando-a de alma, quando diz: "Quando o todo se encontra em mau estado, é impossível que a parte se comporte bem... É da alma que vêm para o corpo e para o homem na sua totalidade todos os males e todos os bens. É pois da alma que é preciso, desde logo, cogitar, tratando-a antes de tudo. Constitui erro, hoje disseminado entre os homens, procurar curar separadamente a alma ou o corpo".
Hipócrates (460-377 aC) já impunha uma concepção totalitária da medicina ao considerar todo estado patológico como fenômeno geral, e os sintomas locais como manifestações secundárias. Afirmava também que não havia doenças, e sim doentes.
Aristóteles (384-322 aC) achava que todas as coisa tendiam à perfeição, e, por isso possuíam em si mesmas um princípio ativo que as conduzia a essa perfeição.
Mas foi Samuel Hahnemann quem postulou os princípios da homeopatia.

SAMUEL HAHNEMANN (1755-1843)

Médico diplomado em 1779, após estudar em Leipzig, Viena e Erlangen, sentiu-se impotente no exercício de sua profissão, visto que em algumas ocasiões não conseguia "curar" os doentes que o procuravam, e, em outras, o tratamento era mais doloroso do que a própria doença; e, além disso, se sentia obrigado a trabalhar com hipóteses, lançando mão de substâncias que eram citadas, arbitrariamente, como remédios.
Chegou, com isso, a abandonar a profissão, ficando somente como tradutor de livros médicos, o que dava à sua mente inquiridora a oportunidade de procurar respostas às suas dúvidas. Desde modo ficou conhecendo o trabalho do Dr. Cullen, que usava a China officinalis para o tratamento da malária, atribuindo o sucesso de seu tratamento ao gosto amargo desta.
Isso aliado ao fato das intoxicações acidentais pela planta produzirem os mesmos sintomas da malária, despertou a curiosidade científica em Hahnemann, que então decidiu experimentar nele mesmo a planta, se deparando com o aparecimento de uma sintomatologia semelhante àquela produzida pela doença. Com isso começou a se perguntar se outras substâncias teriam esta mesma propriedade.
Então, juntamente com outros médicos com a mesma formação, começou a experimentar nele próprio, e cada um em si mesmo, outras substâncias e a registrar suas observações.
E a teoria se confirmou: "a mesma substância que em indivíduos sãos era capaz de provocar determinados sintomas, era também capaz de curar estes sintomas em indivíduos que os estivessem apresentando".

Estava assim descoberta a cura pelos semelhantes.

Podemos citar alguns poucos exemplos :
  • A cobra Bothrops lanceolatus, com a sua mordida, produz hemorragias graves; logo, alguns casos de hemorragias podem ser tratados com o medicamento derivado do veneno desta cobra.
  • A planta Urtica urens causa irritação e coceira na pele.. Numa dose diluída, o remédio produzido com esta planta pode controlar coceiras e irritações cutâneas, quando estes forem semelhantes ao tipo causado pela Urtica.
  • O leite da cadela, quando administrado em doses diluídas e dinamizadas é capaz de reduzir a lactação em cadelas.

Hahnemann, através de sua dedicação, estudos e experimentos, motivados pela vontade de tornar as pessoas realmente saudáveis, nos deixou um legado de inestimável valor, nos ensinando como praticar realmente a CURA, merecendo com isso ser chamado de PAI DA MEDICINA HOMEOPÁTICA.

EM SUMA

O que a homeopatia nos diz é que existe uma energia em todos nós que é a responsável pelo nosso viver.
Desde o momento que esta energia, por algum motivo, se desequilibra, aparece a doença.

A cura é obtida através de medicamentos oriundos da natureza, que são preparados de forma a conseguirmos nos utilizar de seu poder energético.

Consideramos doença não somente aquilo que conhecemos como tal (por exemplo gripes, inflamações e tumores); consideramos doença também tudo aquilo que de alguma maneira expressamos, tanto no plano físico, como também no plano mental (ou espiritual), e no plano emocional (ou psíquico).

ENERGIA REGULADORA

Esta teoria da existência de uma energia interna reguladora ficou provada também através dos estudos do casal Kirlian , cientistas russos, que desenvolveram uma técnica que permitia fotografar o campo eletrodinâmico que permeia e envolve todos os objetos, vivos ou não (nossa energia interna ?!).
Eles notaram que as emanações elétricas em volta de um organismo vivo mudam de acordo com a saúde física ou mental, a disposição de ânimo, o caráter desse organismo; mais importante ainda é que a mudança no campo elétrico ocorre antes do aparecimento dos sintomas, poderíamos dizer que ocorrem no período de incubação da doença.
Isso prova que existe uma correlação entre as mudanças no campo eletrodinâmico e as mudanças nos estados emocional e físico, tanto na saúde quanto na doença, exatamente o que corre com a energia vital, que se desequilibra quando do contato com o agente mórbido (período de incubação) e demonstra os sintomas: e também se mostra desequilibrada nas mudanças no estado emocional.

Com essas descobertas tenta-se provar que esta nossa energia interna reguladora nada mais é que uma força eletromagnética que, justamente por causa disto, é capaz de comandar todas as nossas funções vitais.

Os chineses, que usam a técnica da Acupuntura, também acreditam na existência desta energia interna como reguladora de todos os nossos processos fisiológicos e vitais. Sua técnica se baseia justamente nisso, consistindo na inserção de agulhas em pontos específicos, a fim de mudar, canalizar e/ou equilibrar o fluxo desta energia interna através do corpo.

ENERGIA VITAL

Esta energia interna se constitui na base de todo o raciocínio e doutrina homeopáticos, servindo de diferenciação radical entre a Medicina Alopática e a Medicina Homeopática.

Ela é a responsável pela consumação e manutenção da vida, mantendo o indivíduo em equilíbrio, sustentando-o saudável.

É ela também que, quando em desequilíbrio, permite o aparecimento da sintomatologia das doenças, que serve como sinal de que algo não vai bem com o indivíduo.

É grande a responsabilidade do Médico Homeopata, quer seja ele Médico, Dentista ou Veterinário. Dele depende a escolha do medicamento correto, um que realmente conseguirá alcançar esta energia interna do doente, levando-o à cura.

MEDICAMENTO HOMEOPÁTICO

O medicamento homeopático é derivado de substâncias existentes na natureza, podendo estas serem de origem animal, vegetal ou mineral.
Estas substâncias são diluídas e dinamizadas; ou seja, são processadas (ou manualmente ou por aparelhos) sendo agitadas, de forma a liberarem energia; e é esta energia justamente que confere a estes medicamentos seu poder de curar.
Justamente por isto é que a nossa energia interna consegue ser influenciada pelo medicamento homeopático; ela é suscetível à outras formas de energia, razão pela qual o medicamento homeopático pode exercer sua ação sobre ela, regulando-a .

A dúvida que poderia ficar é de como um medicamento poderia sensibilizar uma energia, sem que formas químicas entrem em contato, como acontece com os medicamentos utilizados na alopatia.
Isso ocorre pois as substância consideradas simples (como são os medicamentos homeopáticos = energia), conseguem ter ação umas sobre as outras; e isso vemos a todo instante na natureza, sem, contudo, prestarmos atenção. Um exemplo bem fácil de ser entendido, seria o de um imã, que mesmo a distância, é capaz de deslocar um objeto, sem nenhum tipo de contato físico, nem direto, nem por meio de alavancas ou ferramentas. Isso ocorre por uma força "invisível" que estabelece a comunicação do imã com o outro objeto, permitindo que o imã exerça sua ação sobre este outro; a energia do imã conseguindo atrair dinamicamente o outro. Assim ocorre também quando olhamos para algo repugnante e sentimos vontade de vomitar; é unicamente o efeito dinâmico da cena agindo sobre a nossa imaginação; não temos no estômago nenhum corpo estranho nem nenhuma substância química levando-nos a essa reação.

Isto também ocorre com os medicamentos homeopáticos. Estes derivam de substâncias naturais, mas são manipulados de forma que contenham basicamente a força medicamentosa pura, do tipo não material ( a força energética), para produzirem efeitos dinâmicos, sem que haja contato com as partes materiais da substância medicamentosa. É justamente por isto que eles irão agir na nossa energia interna. É a força energética do medicamento dinamizado que constitui a força medicamentosa específica.

Assim como o imã só é capaz de atrair o ferro, cada medicamento homeopático dinamizado só é capaz de agir sobre aquele indivíduo com o qual tenha afinidade, ou semelhança. Por isto é fundamental que o indivíduo seja bem avaliado em todos os seus sintomas.

É dessa maneira que funcionam os medicamentos homeopáticos.
Ou seja, o medicamento homeopático consegue agir sobre nossa energia vital, devolvendo-lhe o equilíbrio; justamente por ser dinamizado e portanto rico em energia. O que promove a cura não é a ação direta do remédio nos planos doentes, mas sim a sua ação em nossa energia interna que se encontra desequilibrada. O medicamento, ao restaurar o equilíbrio da nossa energia, permite que ela mesma expulse a doença. É uma energia (medicamento dinamizado) agindo sobre outra (nossa energia interna), com o fim de regular esta última.

Por isto se faz tão importante que seu emprego se faça após criteriosa investigação do doente, como um todo; visto que o medicamento correto é escolhido com base na totalidade sintomático do indivíduo. Ou seja, para que ele surta efeito é necessário que ele seja bem escolhido, sempre se levando em conta todos os sintomas do indivíduo.
É isto que impede que o mesmo medicamento que alguém usa para determinado indivíduo doente sirva para outro indivíduo com a mesma doença, pois apesar da "doença" ser a mesma, os indivíduos são diferentes.
Quando um indivíduo se utiliza de um medicamento que não seja específico para ele, pode simplesmente não acontecer nada; ou ainda aparecerem outros sintomas, que serão específicos do medicamento. Por isto é muito importante que só utilizemos medicamentos homeopáticos com prescrição de um Homeopata; um Médico tradicional não tem conhecimento suficiente para realizar este tipo de avaliação e prescrição; assim como um dermatologista não tem conhecimento para prescrever o uso de óculos. A Homeopatia se constitui em uma especialidade, devendo somente ser exercida por quem estudou para isto.

Neísa Teixeira Lourenço - Médica Veterinaria - UFF 1980



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HOMEOPATIA VETERINÁRIA

Como já vimos (em Princípio Geral da Homeopatia) a homeopatia valoriza o indivíduo como um todo, e procura, através da compreensão do paciente, curá-lo de seus males.

O uso da homeopatia para o tratamento de animais vem se desenvolvendo com o tempo e tem nos mostrado como essa prática pode ser benéfica. Temos presenciado a eficácia deste modo de tratamento, que é quase que uma filosofia.

Para promover a cura, o homeopata precisa conhecer todos os sintomas de seu paciente. Estes sintomas irão revelar o modo como cada indivíduo interage com o meio que o cerca, e qual a solução para o mal que lhe aflige.

Pelos sintomas apresentados e observados no animal, o homeopata irá escolher, com base na totalidade sintomática do paciente, aquele medicamento que espelhe o seu paciente, e que, portanto, seja capaz de curá-lo.

Podemos destacar básicamente três grupos de sintomas que o profissional homeopata (seja ele médico ou veterinário) irá pesquisar:

Sintomas Mentais

não querem dizer doença mental, na concepção que estamos acostumados a ouvir. E sim se referem a um modo pessoal de reagir a determinadas situações; como por exemplo ao medo (alguns animais quando se deparam com situações de perigo recuam, enquanto que outros partem para o ataque).
o que dificulta a coleta destes sintomas por parte do médico veterinário é devido ao fato da inexistência de comunicação falada entre o animal e o homem.
alguns sintomas podem até ser percebidos, mas sempre deixa um pouco a desejar em suas nuances. Por exemplo, podemos perceber que o animal está triste, mas não sabemos o porque; podemos perceber quando o animal tem medo, mas as vezes não sabemos de que; etc.
contamos apenas com a nossa observação e a observação do proprietário, que deve ser a mais detalhada possível; mas este deve ter o cuidado de somente relatar ao veterinário exatamente o que viu, sem tentar interpretar o que observou.

Sintomas Gerais

se referem ao animal como um todo, englobando várias esferas, tais como suas preferências alimentares, sua piora ou melhora diante de alguma situação, fato, hora do dia ou clima, por exemplo.

Sintomas Físicos

se referem àquilo que conhecemos como doenças; ou seja, as doenças que o animal já apresentou durante toda a sua vida.
verificaremos que determinados animais têm uma maior tendência a desenvolver determinadas doenças. Alguns têm otite por várias vezes, enquanto que outros têm pneumonias, enquanto outros têm insuficiência renal.
isto se deve ao fato de que cada organismo apresenta facilidade de exteriorizar seu mal desta ou daquela forma

Também se faz necessário se qualificar a queixa (o motivo pelo qual fomos procurados) em todos os seus nuances. Quanto mais detalhado for um sintoma, maiores a chances de conseguirmos individualizá-lo, portanto mais facilmente chegaremos ao medicamento correto. Nestes nuances procuramos descobrir o que existe que piore ou melhore o quadro; horários em que sintoma aparece mais evidente; determinadas atitudes que o agravem ou o melhorem.

O paciente que chega ao Médico Veterinário Homeopata, vem ou porque o proprietário já se trata com Homeopatia, ou porque apresenta alguma doença onde a alopatia está falhando, tais como problemas dermatológicos ou problemas de comportamento.
Precisamos mudar esta visão da homeopatia, esta onde dizem que ela é ótima para este tipo de doenças.
Realmente ela é ótima para isto, mas não somente para isto.
Você pode tratar seu animalzinho com a Homeopatia para qualquer doença que seja tratável com a alopatia; sendo os resultados mais duradouros e os medicamentos mais inócuos.

Os profissionais que se utilizam da homeopatia na medicina veterinária também examinam o paciente, fazem diagnósticos, se utilizam de exames complementares (radiografias, exames de sangue, ultrassonografias, etc.) e usam outras terapias quando necessário, não dispensando as novas descobertas da medicina veterinária.

O homeopata também recomenda uma cirurgia, sendo ela realmente necessária; inclusive, no arsenal de medicamentos homeopáticos existem drogas que podem ser utilizadas para minimizar os efeitos traumáticos da cirurgia, bem como os efeitos indesejáveis da anestesia.

Ou seja, o Médico Veterinário Homeopata é um Veterinário como outro qualquer, apenas vê o seu animal por um outro ângulo, mais complexo e mais completo.

A homeopatia atua em todas as áreas, não existindo nenhuma contra indicação para a sua utilização.
A única contra indicação ocorre quando pessoas leigas em homeopatia fazem prescrições, normalmente porque já se utilizaram deste ou daquele medicamento e conseguiram resultados. Isto não é uma garantia para que o tratamento funcione em outro indivíduo. Os medicamentos, na homeopatia, não são para este ou aquele quadro clínico, e sim para determinado indivíduo com aquele determinado quadro clínico.
Justamente por isto, muitas pessoas que já fizeram uso de medicação homeopática não ficaram satisfeitas com o resultado. A "culpa" não é da homeopatia, e sim destas prescrições realizadas sem a correta individualização do quadro e do paciente; que, neste caso, não terá recebido o medicamento correto.
O que acontece é que, na alopatia, qualquer um que tenha uma dor de cabeça, por exemplo, pode se utilizar de uma série de medicamentos. Já na homeopatia a dor de cabeça de um indivíduo será combatida com um medicamento escolhido para esta dor dele, enquanto que a dor de cabeça de outro paciente poderá não ceder com aquele mesmo medicamento, visto que não são a mesma dor de cabeça, terão nuances diferentes.

E é isto tudo que torna o ato de saber prescrever medicamentos homeopáticos uma arte. Arte esta difícil, pois requer muita observação e estudo; mas, ao mesmo tempo, apaixonante.

Neísa Teixeira Lourenço - Médica Veterinaria - UFF 1980




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OLIGOTERAPIA: UMA NOVA OPÇÃO TERAPÊUTICA

Oligo = pouco, então, Oligoterapia é a forma de tratamento que utiliza pouca quantidade para tratar.

Para entendermos a Oligoterapia, ou medicina catalítica teremos inicialmente que entender o que é catalisador. No Dicionário Aurélio eletrônico: Catalisador: Verbete: catálise : Modificação (em geral aumento) de velocidade de uma reação química pela presença e atuação de uma substância que não se altera no processo. [Cf. catalise. do v. catalisar.]

Ora, então trata-se de produtos que fornecidas em pequenas quantidades podem modular, mormente aumentar, a velocidade das reações orgânicas de nosso organismo de forma a auxiliá-lo nas curas.

Que reações??? Aquela que queremos modificar, desde a queima de energia e o emagrecimento, as reações imunológicas, alérgicas, e até um quadro do psiquismo de um animal, seja ele racional ou não.

Utilizando de pequenas porções de minerais (naturais), ativados e dissolvidos de formas especiais, os oligoelementos são fornecidos, normalmente via oral, via de regra uma ou sete vezes por semana, dependendo do quadro mais ou menos.

Os minerais oligo elementares são naturais e em uma quantidade tão pequena que não apresentam quaisquer efeitos co-laterais. Não devem ser confundidos com medicações Homeopatas que se utilizam não dos elementos propriamente ditos, mas sim da sua "energia vital".

O Enxofre, por exemplo apresenta três formas terapêuticas distintas: a Homeopática ( Sulfur, um grande depurador, medicação centrífuga, o Rei dos anti psoróticos), a forma Olielementar ( Utilizado como modificador da pre disposição patológica, principalmente no decorrer das afecções cutâneas recidivantes, reumatológicas e no campo da otorrinilaringologia) e o Enxofre molhável, que se compra na farmácia que atua contra as sarnas. Dependendo da forma que seja empregada o enxofre terá diferentes utilizações.

Os Oligo elementos podem ser associados a outras terapias: Haloterapia medicina tradicional ocidental), ou Alopatia ( terapia dos sais), Homeopatia ( terapia da energia vital), fitomedicina ( terapia das plantas medicinais), Acupuntura ( por meio de agulhas ou espinhos) como para alguns casos podem também ser aplicados isoladamente de qualquer outra terapia.

Quando a Oligoterapia é associada às outras formas de terapia, agindo na modificação do "terreno da doença" atua como um potencializador dos efeitos da medicação empregada, seja ela qual for. Muitas vezes este efeito se verifica inclusive para quadros por exemplo de infecções onde uma antibioticoterapia isoladamente não seria capaz de atuar eficazmente, com esta associação pode passar a ter um efeito não somente eficaz, como muitas vezes curativo de forma definitiva.

Quando a Oligoterapia é utilizada isoladamente, ela é aplicada em um dos quatro quadros de sua semiótica: os síndromas: Hiper-reativo, Hipo-reativo, Distônico ou Anérgico, com a utilização ou não de oligo elementos complementares.

Casos comuns do uso da Oligoterapia são:
  • Cobre: É um excelente ativador do quadro imune como anti inflamatório e anti infeccioso, tendo efeito muito destacado sobre as gripes: viroses em geral, como a cinomose, parvo, etc.
  • Flúor: Utilizado para evitar e prevenir cáries dentárias.
  • Lítio: Cuja aplicação sobre a forma Oligo elementar não apresenta as contra indicações do lítio macroelementar, e é um excelente regulador do sono e quadros de psicoses.

Para sanar quaisquer dúvidas ou informes, deixaremos nosso endereço à disposição: canalvet@ebras.com.br. Convidamos para nos passar um e-mail, nós lhe responderemos da melhor forma possível.
Dr. Ivo Hellmeister Canal - Médico Veterinário - MV/USP/83 - Itapetininga - SP




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FLORAIS DE BACH

Os Florais de Bach foram descobertos pelo médico inglês Edward Bach, por volta de 1930. Após vários anos de estudos sobre as plantas, ele percebeu que toda a vida delas está concentrada em suas flores. Foi então que lhe ocorreu que as gotas de orvalho sobre as flores, deviam absorver sua energia e propriedades medicinais. Assim criou um método com a utilização da luz, usado até hoje para a obtenção das essências florais.
A terapia com Florais está baseada em que a doença é resultado de um desequilíbrio energético. Quando o organismo está em desarmonia interior, seja por medo, ansiedade, stress ou qualquer outro estado emocional conturbado, cria um bloqueio na energia vital e consequentemente a doença. O Floral ajuda a restabelecer o equilíbrio interior. A medida que o organismo entra em harmonia, as enfermidades físicas desaparecem.
Os Florais são naturais, preparados com água mineral e essência floral e no caso dos animais, não pode ser usado álcool como conservante, porque faz mal para o estômago. Não possuem efeitos colaterais e devem ser usados com o acompanhamento especializado, já que é necessário uma análise da personalidade e do estado emocional do paciente. O diagnóstico clínico e psicológico de um profissional, é fundamental para o sucesso do tratamento.
Nos animais a resposta ao tratamento costuma ser mais rápida do que no homem.

Os Florais de Bach são 38 essências divididas em 7 grupos de estados emocionais:
  • Medo: Rock Rose, Mimulus, Cherry Plum, Aspen, Red Chestnut.
  • Incerteza: Cerato, Scleranthus, Gentian, Hornbean, Wild Oat.
  • Falta de interesse pelo presente: Clematis, Honeysuckle, Wild Rose, Olive, White Chesnut, Mustard, Chestnut Bud.
  • Solidão: Water Violet, Impatiens, Heather.
  • Excesso de sensibilidade a idéias e influências: Agrimony, Centaury, Walnut, Holly.
  • Desespero: Larch, Pine, Elm, Sweet Chestnut, Star of Bethlehem, Willow, Oak, Crab Apple.
  • Preocupação excessiva com os outros: Chicory, Vervain, Vine, Beech, Rock Water.
  • Rescue: Para casos de emergência: Composto por 5 essencias. Cherry Plum, Clematis, Impatiens, Rock Rose, Star of Bethlehem.

Rejane S. B. Melki - Médica Veterinária - CRMV-5 4770 - Rio de Janeiro




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