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![]() ![]() Depoimentos: Faz um ano e meio, que tive a feliz oportunidade de ser seguido por (na época) uma frágil e feiosa cadelinha, muito doente e com suspeita de Parvovirose (foi o que disse o veterinario quando a levei para consulta). Eu não pretendia ficar com a bichinha, pois moro em apartamento, e havia perdido fazia dois anos uma gata que durou em minha companhia 14 curtos anos, porém a cachorrinha me seguiu por longo trajeto, esperou que eu saisse do banco e lá estava mesmo após várias tentativas inuteis de afasta-la. Ficou oito dias internada entre a vida e a morte, periodo após o qual o veterinario informou não se tratar de parvo e sim de infecções várias: intestino, pulmão e intoxicação. Na época ela contava não mais que 3 meses. Resumo: foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos, hoje com aprox. 2 anos e parte integrante da minha família, não dá pra imaginar a vida sem ela. Super grata, muito esperta e inteligente, e, após o trato, muito saudável e bonita. Quando tiver como, mandarei uma foto da minha amiga ""BELLA"". Waldemar da Costa Gomes Sobrinho 16 de novembro de 2002 Este depoimento é mais uma homenagem a todos meus grandes amigos que, recolhidos da rua, acompanharam a ainda acompanha minha vida. Bubi - vira-lata pequeno e marrom, foi encontrado em um sítio, todo queimado. Viveu conosco (meus pais e minha irmã) por maravilhosos 16 anos. Mocinha - Fox paulistinha, muito velha, recolhida depois de um atropelamento na Av. Indianópolis. Nos honrou com sua amizade por alguns anos. Tico - Vira grandão, que ficou paraplégico depois de uma paulada nas costas. Com grande esforço, voltou a andar, e viveu conosco mais 10 anos. Jeguinha - Recolhida ainda filhote, quase caindo de um viaduto sobre a 23 de maio. Encontrou uma família e foi muito feliz. Penta - Vira-lata muito velho e bravo, foi recolhido durante um jogo do Brasil, na copa de 98. Demos esse nome pois ele foi o ganhador da copa... Viveu conosco por três anos. Morreu de velhice, ao nosso lado. Flucky - Doado a mim e a meu marido por um morador de rua. É um vira-lata muito feliz. Se Deus quiser, ficará mais longos anos ao nosso lado. Raio - Um dobermann que recolhi da rua, semi-morto, com dentes arrancados. Ficou em casa, e vai ficar para sempre. A todos eles, meu eterno agradecimento e saudade. Denise Katchuian Dognini 8 de novembro de 2002 |