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![]() ![]() Depoimentos: Olá meu nome é Angela tenho 28 anos, sou casada e tenho um filhinho de 6 anos. Há 1 mês mudei para uma casa com um grande quintal, que sempre foi meu sonho. Logo pensei em ter um cachorrinho, fui perguntando quem tinha um filhote para me dar. Cheguei a ir a lojas de animais, mas algo me dizia que não deveria "comprar" um amigo (a não ser que fosse para tira-lo de condições de maus tratos, na lojas). Acabei procurando um no vizinho, Uma cadelinha de rua foi lá ter os filhotes e ele deixou, mas não podia ficar com todos, então adotei uma. O nome dela é Lisa e a retribuição que recebo todos os dias é o amor que me dedica. estou muito satisfeita. Depois peguei outra vira-latinha, que apesar de ter nascido em casa estava a procura de um lar. O nome dela é Maggie, é linda! Agora estou com as Duas e não me arrependo. São muito carinhosas. Continuo dando comida a mãe da lisa que vive aqui na rua onde moro e o vizinho deixa ela dormir no quintal dele. Acho que todos deveriam refletir sobre a adoção de animaizinhos, quando tem condições para isso e deixar de lado esse status de "cachorro de raça". Eu gosto tanto de uns como de outros. Um abraço a todos, Angela Natalia 13 de Novembro de 2001 Tudo começou quando meu namorado resolveu comprar um cocker, que foi criado no inicio na minha casa, fiquei fascinada por ele, apesar de todo trabalho que ele dava, aos poucos comecei a ver os animais com outros olhos. Quando fomos a padaria certo dia, encontramos uma linda cachorrinha branca e preta, estava frio, mas ela era bem espuleta, levamos para casa na intenção de doa-la, porém não suportei vê-la dentro de uma gaiola chorando, e resolvi ficar com ela, após algum tempo estava atravessando a rua qdo vi um filhotinho passando de cabecinha baixa, estava com sarna e machucadinhos na orelha, levei para casa e cuidei dela, hoje ela está lindinha seus pelos são amarelos e a chamamos de brisa, também tenho uma dachshund que deixaram na rua, e mais uma vira lata, amo minhas meninas, e qdo chego do serviço elas fazem uma festa. Se pudesse teria muito mais, e tentaria ajudar os que ficam na rua, faz muito bem ao coração. andsublime@....br 22 de Setembro de 2001 Meu nome é Lila e não sei bem como nem quando começou meu amor pelos animais... com o passar do tempo vieram muitos... alguns se foram, vítima da maldade de seres humanos, envenenados... mas me lembro de cada um, de cada mania, de cada pelagem... cães foram poucas, todas fêmeas e de rua... a Petita, que já se foi e a Nina (7 anos) e a Matilda, que veio com os fogos do último revellion, comemorar conosco o início de mais um ano, me ensinando a ser muito mais gente... E tem os gatos, que foram sendo abandonados e foram ficando... Dadá (7 anos), Felícia (6 ), Anna Julia (3 ), Teco (3), as ninhadas Bigode, Pituca, Feio e Branco (11 meses) e Panqueca, Chico, Encrenca, Sofia, Gorda e Fluffy (9 meses) e, por fim, o Salém, que tirei da boca de um cão cujo dono havia atiçado contra o pobrezinho e que hoje é minha sombra. Não importa se cão ou gato, o que importa é o que eles nos ensinam: amor, compreensão e tolerância. Deus proteja sempre a todos que amam os animais! Beijos Lila 3 de Setembro de 2001 Acho gratificante poder desfrutar da companhia dos meus cães. Eles todos vieram da rua, em condições de extrema fragilidade, sarnentos, com pneumonia, cinomose, com ulcera de córnea. Com muito amor eu os recolhi, pois sempre acreditei no amor de Deus e amo todas suas criações; êles sobreviveram e hoje alegram minha casa. Muitos vêem animais de rua com desprezo, chutam, xingam, jogam água quente e se esquecem que são seres carentes e que se amados são capazes de nos dar muito carinho, fazer companhia e nos amar sem interesse. Se conseguirmos compreender o que os animais tem a nos dizer teremos muito a aprender. San Mi 18 de Agosto de 2001 Moro em apartamento, com meu marido e meu filhote Bóris (um dachshund de 2 anos de idade). A minha garagem tornou-se moradia de um vira-lata, ao qual chamamos de Lobo. Por ser um cão de grande porte não pudemos acolhê-lo em nosso apartamento, mas acabamos colocando um colchãozinho na garagem, além de dar alimentação. Há um ano atrás, passeava com o Bóris, quando encontramos uma cadelinha sem pelo algum no corpo, virada em pele, ossos e sarna. Fomos embora com o coração partido em ver tal cena, mas qual não foi a nossa surpresa quando no outro dia ao tirar o carro da garagem a encontramos no colchãozinho, que o Lobo gentilmente cedeu a ela (o estranho é que ele é bem ciumento, não deixa nenhum outro vira-lata se aproximar do prédio). Fiquei com o coração apertado ao ver aquele bichinho encolhido, com as costas cheias de buracos por onde escorria pus, cheirando a podre. Falei com a veterinária do Bóris, a Raquel (grande amiga dos indefesos) e ela se prontificou a nos ajudar. OBRIGADA RAQUEL! Tratamos da sarna, quando ela já estava quase curada, foi atropelada. O marido da Raquel, também veterinário, cuidou da patinha quebrada, e a Brigitte, a esta altura ela já tinha nome, ficou um mês com uma tala. A patinha ficou ótima. Para evitar que a "Bribri" engravidasse, também a esterelizamos.
Depois de tanta persistência e amor, hoje ela está linda e em nada lembra aquele bichinho que estava prestes a morrer. Embora ela tenha em seu corpo, várias cicatrizes dos maus tratos sofridos, tenho certeza que hoje ela é feliz, morando conosco (já aprendeu a fazer xixi no jornalzinho). Ela é muito educada, obediente e ao contrário do Bóris que adora ir para a rua, não se importa em ficar dentro do apartamento.Agora quero me mudar para uma casa e aí vou adotar de vez o Lobo. Seremos então uma família muito feliz, eu, meu marido, o Bóris, a Brigitte e o Lobo. Quem sabe outros mais que estão por vir. A foto é do Bóris e da Brigitte Denise Pivetta 13 de Junho de 2001 |